sábado, 10 de outubro de 2009

AS GORDINHAS ESTÃO EM MODA...

POIS É AMIGOS... AS NOSSAS MULHERES PODEM SER ALGO A SER ADMIRADO... AFINAL NOSSAS MULHERES NÃO SÃO AQUELAS ANOREXICAS... QUE APARECEM NAS CAPAS DE REVISTAS...

EU ADORO AS MAIS FOFINHAS... AFINAL EU SOU MAGRO... E SERIA UMA LOUCURA FAZER AMOR... COM ANOREXICAS... NÃO SERIA ALGO ESTRANHO OSSOS E MAIS OSSOS ... SERIA ALGO COMO SE HOUVESSE FESTA NO CEMITERIO...


SORRIA AFINAL VOCE QUE É GORDINHO TAMBÉM NÃO PODE RECLAMAR... POIS AMBOS SE FOREM FOFINHOS... NINGUÉM PODE CRITICAR NINGUEM... E MUITO MENOS SE FORES MAIS FOFINHO QUE A SUA MULHER.... E A VANTAGEM QUE AMBOS PODERÃO SEMPRE SE PREOCUPAR COM A DIETA... OU ESQUECER POR COMPLETO A TAL DIETA E COMER ... COMER... SEM SE PREOCUPAR PELA BALANÇA...


AFINAL O MUNDO ESTA MUDANDO... MAS NÃO PORQUE OS FOFINHOS SÃO MAIS INTERESSANTES... MAS QUE TODOS OS COMERCIANTES SERÃO RECOMPENSADOS... POIS A GASTANÇA ACONTECE EM PROL DE QUEM MAIS PRECISA COMER...


ENFIM PARABENS A MODA... QUE ABOLIU TAIS MULHERES QUE MAIS PARECEM QUE SAIRAM DE UM FILME DE TERROR... COM AQUELAS ROUPAS SOBRANDO PELO CORPO... E SEM UM CAPO DE FUSCA... COMO DIRIAM OS MAIS SENSUAIS ADMIRADORES DE MULHERES MAIS FOFINHAS....


BOM DIA A VOCE QUE ADORA MULHERES LINDAS... E FOFINHAS....

3 comentários:

  1. Os padrões de beleza no mundo editorial da moda estão em xeque, e as modelos esquálidas parecem estar com os dias contados. Pelo menos nas páginas de duas importantes revistas. A americana "Glamour" e a alemã "Brigitte" anunciaram nesta segunda-feira que suas modelos serão mais próximas do "real".


    A revista "Glamour" trará em sua capa de novembro sete modelos nuas acima do peso - pelo menos para os padrões das passarelas. A publicação americana já havia feito sucesso em sua edição de setembro ao colocar a foto de uma modelo com a barriguinha à vista, a americana Lizzie Miller, 20 anos.


    Já a "Brigitte", revista feminina mais popular na Alemanha, anunciou que não vai mais exibir modelos profissionais em suas páginas, substituindo-as por mulheres "comuns". A publicação alega que, ao estampar figuras magérrimas, acabou se distanciando de suas leitoras.

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  2. Por mais absurdo que pareça, isso aconteceu...
    >
    > Estas são piadas retiradas do livro 'Desordem no tribunal'.
    > São coisas que as pessoas disseram, e que foram transcritas
    > textualmente pelos
    > taquígrafos que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos
    > realmente aconteciam à sua frente.
    >
    > **Advogado** : Qual é a data do seu aniversário?
    > **Testemunha**: 15 de julho.
    > **Advogado** : Que ano?
    > **Testemunha**: Todo ano.
    > ____________________________________________
    >
    > **Advogado **: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
    > **Testemunha**: Sim.
    > **Advogado** : E de que modo ela afeta sua memória?
    > **Testemunha**: Eu esqueço das coisas.
    > **Advogado** : Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você
    > tenha esquecido?
    > ____________________________________________
    >
    > **Advogado** : Que idade tem seu filho?
    > **Testemunha**: 38 ou 35, não me lembro..
    > **Advogado **: Há quanto tempo ele mora com você?
    > **Testemunha**: Há 45 anos.
    >
    > __________________________________________
    >
    > **Advogado** : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando
    > acordou aquela manhã?
    > **Testemunha**: Ele disse, 'Onde estou, Bete?'
    > **Advogado **: E por que você se aborreceu?
    > **Testemunha**: Meu nome é Célia.
    > ____________________________________________
    >
    > **Advogado** : Seu filho mais novo, o de 20 anos...
    > **Testemunha**: Sim.
    > **Advogado **: Que idade ele tem?
    > ______________________________________________
    >
    > **Advogado **: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando
    > ela foi tirada?
    >

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  3. _______________________________________________
    >
    > **Advogado** : Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
    > **Testemunha**: Sim, foi.
    > **Advogado **: E o que você estava fazendo nesse dia?
    > _______________________________________________
    >
    > **Advogado** : Ela tinha 3 filhos, certo?
    > **Testemunha**: Certo.
    > **Advogado** : Quantos meninos?
    > **Testemunha**: Nenhum
    > **Advogado** : E quantas eram meninas?
    > _______________________________________________
    >
    > **Advogado **: Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
    > **Testemunha**: Por morte do cônjuge.
    > **Advogado** : E por morte de que cônjuge ele acabou?
    > _______________________________________________
    >
    > **Advogado** : Poderia descrever o suspeito?
    > **Testemunha**: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
    > **Advogado** : E era um homem ou uma mulher?
    > ______________________________________________
    >
    > **Advogado** : Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em
    > pessoas mortas?
    > **Testemunha**: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...
    > _______________________________________________
    >
    > **Advogado** : Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua
    > resposta deve ser oral, Ok? Que escola você freqüenta?
    > **Testemunha**: Oral.
    > _______________________________________________
    > kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    >
    > **Advogado **: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a
    > examinar o corpo da vítima?
    > **Testemunha**: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.
    > **Advogado** : E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
    > **Testemunha**: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque
    > eu estava fazendo aquela autópsia nele.
    > _____________________________________________
    >
    > **Advogado **: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra
    > de urina?
    > _______________________________________________
    >
    > Essa é a melhor
    >
    > **Advogado** : Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o
    > pulso da vítima?
    > **Testemunha**: Não.
    > **Advogado** : O senhor checou a pressão arterial?
    > **Testemunha**: Não.
    > **Advogado **: O senhor checou a respiração?
    > **Testemunha**: Não.
    > **Advogado **: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a
    > autópsia começou?
    > **Testemunha**: Não.
    > **Advogado** : Como o senhor pode ter essa certeza?
    > **Testemunha**: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a
    > mesa.
    > **Advogado** : Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
    > **Testemunha**: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando
    > Direito em algum lugar!!!

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